23 de junho de 2011
O cabo de guerra está próximo de rompimento. Pode estourar nos professores, já psicologicamente esgotados e economicamente abalados pelo desconto dos dias parados. Ou desgastar mais ainda o governo estadual, pelas resistências já anunciadas na Assembléia por deputados da base governista, que questionam até a constitucionalidade da Medida Provisória 189, a segunda. Inexistindo acordo, o plenário da Assembléia pode se transformar numa verdadeira praça de guerra política.
A movimentação nos bastidores tem sido intensa. O Sinte foi buscar o apoio do Conselho Estadual de Educação e do Tribunal de Contas. Quer agora aval do Judiciário e do Ministério Público. O Tribunal de Justiça foi convocado para sessão emergencial do Pleno nesta sexta-feira para tratar da polêmica sobre o Fundeb.
As negociações agora dependem do comando da greve. Como propostas feitas pelo governo foram rejeitadas, nada mais lógico agora que as assembléias definam coletivamente – e dentro da realidade orçamentária e financeira do Estado - qual a nova proposição para a tentativa de acordo.
O que este impasse está revelando é uma situação paradoxal. O governador diz que a greve é justa, passou as despesas de 14 para 22 milhões de reais de acréscimo na folha, mas não consegue agradar ninguem. Os ACTs estão indignados, os especialistas revoltados e agora até os comissionados da estrutura da educação se rebelam contra a medida provisória.
A semana está perdida. Mas o feriadão oferece uma boa oportunidade para a construção de uma saída honrosa para grevistas e para o governo.
Que a conquista de um ideal, não seja uma estação de chegada, mas, sim o início de novos desafios, de novas conquistas...
educação
Quem sou eu
- Roseli T. Monte Ferreira
- Assistente Técnico Pedagógico na EEB Cel. Cid Gonzaga, em Porto União - SC e Professora Pedagoga na EE do Campo São Domingos, em União da Vitória - PR. Graduada em Pedagogia, com Especialização em Psicopedagogia e Pré – Escola e Séries Iniciais. Procuro permanentemente estimular meus alunos a buscar o novo, despertando neles a curiosidade, o interesse e a participação, promovendo uma relação interativa, ouvindo-os e levando-os a refletir sobre suas habilidades e competências. É assim que ensino aprendendo, me transformando num estimulador da curiosidade do aluno, transformando informação em conhecimento e conhecimento em saber, em vida, em sabedoria. Despertando a sabedoria e o potencial do gigante, da criança e do filósofo que estão bloqueados dentro de cada aluno, nós educadores da era digital estaremos realmente fazendo EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
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